Livro Resumo “As cinco linguagens do amor” de Gary Chapman

Resumo livro “As cinco linguagens do amor” de Gary Chapman O que acontece com o amor depois do casamento? Devemos estar dispostos a aprender a primeira linguagem do amor de nosso cônjuge se quisermos comunicar o amor de forma eficiente. As pessoas falam diferentes linguagens do amor. Se falarmos somente nosso idioma e encontrarmos alguém que também só fale o dele, nossa comunicação será bem limitada. Expressamos nosso amor, mas a mensagem não é compreensível porque falamos em uma língua desconhecida.Amor -> Palavra importante, porém conflituosa, ocupando o papel central em nossa vida. Sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano. O casamento foi idealizado para suprir essas necessidades. Com afeição, uma criança será um adulto responsável. Sem esse amor essencial, ele ou ela ficará emocional e socialmente atrofiado. Metáfora do Taque do Amor nas crianças, está vazio ou cheio? Os problemas de comportamento apresentados eram uma forma de procurar o amor que não recebiam. De que adianta ter mansão, carros, casa na praia e tudo o mais, se sua esposa não a ama? Essas coisas não substituem o amor humano. Temos a necessidade de ser amado pelo nosso cônjuge. Qualquer que seja a qualidade do seu casamento, ele pode sempre melhorar. Nossos sonhos, antes de nos casarmos, são de êxtase conjugal… É difícil pensar em qualquer outra coisa quando estamos apaixonados. Quando nos apaixonamos, achamos que durará para sempre. Porém, essa obsessão romântica dura em média 2 anos. Se a paixão foi um fruto proibido, talvez dure um pouco mais. Todos nos acabamos descendo das nuvens e pisando em terra firme, descobrindo alguns traços realmente irritantes. No casamento, as pequenas coisas do cotidiano tornam-se brigas, mas o falso conceito é que a paixão dura para sempre. A euforia do estado de paixão concede-nos a ilusão de que estamos em um relacionamento bem íntimo. Sentimos como se nos pertencêssemos um ao outro. Passamos a pensar que somos capazes de enfrentar qualquer problema que surja. Acreditamos que a pessoa está comprometida em suprir nossas necessidades e nos ama tanto que não nos magoará, porém isso é uma utopia. Cometemos um erro de avaliação da natureza humana. Geralmente somos egoístas; nosso mundo resume-se em nós mesmos. A euforia da paixão é que estabelece essa ilusão. Dr Peck concluiu que a paixão não é o amor verdadeiro porque:– apaixonar-se não é um ato de vontade nem uma escolha consciente.– não implica nenhuma participação da nossa parte, pois exige pouca disciplina e esforço, como horas no telefone.– a pessoa apaixonada não está de fato interessada em incentivar o crescimento pessoa daquela pessoa por quem nutre sua paixão. Porque estamos no ápice da felicidade e nosso único desejo é continuar lá, acreditando que está perfeito e não precisamos crescer. Então, paixão é um componente instintivo e geneticamente determinado do comportamento de acasalamento, ou uma reação estereotipada do ser humano a uma configuração de tendências sexuais internas e estimulações sexuais externas. De acordo com dados, as perspectivas de um segundo ou terceiro casamento não são atingidas, resultado no divórcio. Nossa necessidade é de sermos amados, não de nos apaixonarmos. A questão é reconhecer o que é paixão e desenvolver o amor verdadeiro com nosso cônjuge. Amor é uma atitude. Primeira linguagem do amor: Palavras de afirmação– Elogios e palavras de admiração são poderosos comunicadores do amor.– Todas as vezes que ele (a) dizer algo de bom, elogie-o. O objetivo não é bajular o cônjuge para conseguir o que deseja, mas fazer pelo bem-estar daquele a quem se ama. No entanto, sabe-se que quando recebemos elogios, ficamos mais dispostos a retribuir a gentileza. Em todas as fases da vida nos sentimos inseguros, assim, nestas áreas de instabilidade esperamos palavras de encorajamento do cônjuge. O encorajamento exige empatia que nos leva a enxergar o mundo sob a perspectiva do nosso cônjuge. Devemos em primeiro lugar, procurar saber o que é importante para ele. A maioria das pessoas possui mais potencial do que imaginamos. Algumas vezes nossas palavras querem dizer uma coisa, mas o tom de voz afirma outra completamente diferente. Geralmente interpretamos o tom de voz, não as palavras que usamos. A maneira como falamos é extremamente importante. O amor jamais registra uma lista de erros. Se eu escolher a justiça e tentar compensá-la, ou então fazê-la pagar pelo equivoco, farei um de mim um juízo e ela uma ré, e será impossível restaurara intimidade. O perdão é o caminho do amor. Misturar o dia de hoje como o de ontem, insistir em trazer para o presente os fracassos do passado estragam um dia potencialmente maravilhoso. Perdão não é sentimento, mas compromisso. O amor faz solicitações, não imposições. Quando dou ordens ao meu cônjuge, torno-me pai ou mãe dele.Há muitas formas de dizer palavras de afirmação, umas delas é escrevê-las, bom que elas podem ser lidas várias vezes. A segunda linguagem do amor: Qualidade no tempoDuas pessoas sentadas na sala estão próximas, mas não necessariamente juntas.Então quer dizer fazer coisas juntos, e conceder total atenção a quem está conosco.Ao compartilhar os problemas não queremos as soluções, mas a solidariedade, ou simplesmente alguém para escutar. A maioria de nós não sabe ouvir, somos mais eficientes em pensar e falar. Porém o tanque nunca estará completo se o outro também não compartilhar seus pensamentos e sentimentos.Tipos de personalidade:– Mar morto = não vai a lugar nenhum, recebe e não retribui nada. Armazena as informações e se sente absolutamente feliz em não falar nada.– Riacho rápido = Leva 60 segundos para falar o que veem, e falam rapidamente.É comum o mar morto e o riacho rápido se casarem porque as características opostas tornam-se muito atraentes. Para o namoro é perfeito, porém no casamento o sentimento do mar morto é que ele não tem atenção e do riacho rápido que ele não conhece o cônjuge. Somos influenciados, mas não dominados pela nossa personalidade. Terceira linguagem do amor: Receber presentesPresentear é uma expressão fundamental de amor que transcende barreira cultural.Não importa se foi caro ou barato, mas prova que a pessoa