Resumo do livro O sofrimento nunca é em vão
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O sofrimento nunca é em vão de Elisabeth Elliot Lido em julho de 2022 Capítulo 1 • A Terrível Verdade O sofrimento é um mistério que nenhuma de nós tem, de fato, a capacidade de perscrutar. Algumas situações difíceis têm ocorrido na minha vida, é claro, assim como na sua; e eu não posso lhe dizer: “Sei exatamente aquilo pelo qual você está passando”. Mas posso afirmar: conheço aquele que sabe . E cheguei à conclusão de que foi por meio do sofrimento mais intenso que Deus me ensinou as lições mais profundas. Estou convencida de que há um bom número de coisas nesta vida sobre as quais nada podemos fazer, mas com as quais Deus deseja que façamos algo. “Sofrimento é ter o que você não deseja, ou desejar o que você não tem”. Você consegue imaginar um mundo, por exemplo, no qual ninguém tem nada indesejável — sem dor de dente, sem impostos, sem parentes complicados, sem engarrafamentos? Ou, em contraste, você consegue imaginar um mundo no qual todos têm tudo o que desejam — clima perfeito, esposa perfeita, marido perfeito, saúde perfeita, notas perfeitas, felicidade perfeita? Malcolm Muggeridge disse: “Se, por acaso, você eliminasse o sofrimento, o mundo seria um lugar terrível, pois tudo aquilo que corrige a tendência humana de se sentir importante demais, de se gabar em excesso, desapareceria. O homem já é mau o bastante agora, mas seria absolutamente intolerável se nunca sofresse”. As maiores dádivas da minha vida também acarretaram os maiores sofrimentos. As maiores dádivas da minha vida, por exemplo, têm sido o casamento e a maternidade. Não podemos jamais esquecer que, se quisermos evitar o sofrimento, devemos ter o cuidado de nunca amar nada nem ninguém. As dádivas de amor têm sido dádivas de sofrimento. Essas duas coisas são inseparáveis. Do lado de cá do paraíso, não há satisfação intelectual para a velha pergunta: por quê? Porém, embora eu não tenha encontrado satisfação intelectual, encontrei paz. A resposta que lhe dou não é uma explicação, mas uma pessoa, Jesus Cristo, meu Senhor e meu Deus. Como compartilhei no início deste capítulo, ao perceber que meu marido estava desaparecido (e ao ficar mais cinco dias sem saber que ele estava morto), as palavras que Deus me trouxe naquele momento foram de Isaías 43: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus” (Is 43.2 – 3a). Janet Erskine Stuart disse: “Alegria não é ausência de sofrimento, mas a presença de Deus”. De onde vem essa ideia de um Deus amoroso? Não é uma dedução. Não é o homem desesperado em busca de um deus, a ponto de fabricá-lo em sua mente. É o Verbo, aquele que era antes da fundação do mundo, sofrendo como um cordeiro imolado. E ele guarda na manga cartas das quais eu e você não fazemos a menor ideia agora. Ele nos disse o suficiente para sabermos que o sofrimento nunca é em vão. O sofrimento foi um meio insubstituível pelo qual aprendi uma verdade indispensável. Capítulo 2 • A Mensagem Vejo o sofrimento como uma das maneiras pelas quais Deus atrai nossa atenção. O livro mais antigo da Bíblia é o livro de Jó. De todos os livros da Bíblia, é esse que lida de modo mais específico e direto com o tema do sofrimento. Você deve se lembrar de que Jó foi tido como um homem irrepreensível, um homem justo. O próprio Deus disse que Jó era irrepreensível. Isso é importante porque, segundo a moral popular daqueles dias, pensava – se que um homem bom deveria ser abençoado e um homem mau, castigado . . . Então, a experiência de Jó parecia virar aquela ideia totalmente de cabeça para baixo. Jó perdeu tudo. Seus dez filhos foram mortos numa tempestade de vento. Seu vasto número de animais morreu. Sua casa foi essencialmente destruída. Esse homem, antes estimado, rico em todos os sentidos, ficou sem nada do que poderia significar riqueza e bênção. Contudo, a destruição não cessou aí. Seu corpo físico também sofreu com chagas terríveis e ficou desfigurado de tal maneira que Jó se tornou irreconhecível a alguns de seus amigos mais próximos. Tudo isso se passou sem que Jó soubesse o porquê. E essa é a lição que cada uma de nós recebe em algum ponto de nossa vida. Estou certa de que cada uma de nós, mais cedo ou mais tarde, tem de encarar esta dolorosa pergunta: Por quê? E Deus está dizendo: “Confie em mim”. Se não há respostas às suas orações como você acha que elas deveriam ser, o que acontece com sua fé? O mundo diz: “Deus não ama você”. As Escrituras me dizem algo bem diferente. Aqueles “bem-aventurados” nas Bem – aventuranças. Se aprendermos a conhecer Deus em meio à nossa dor, passaremos a conhecê-lo como aquele que não é um Sumo Sacerdote incapaz de se compadecer diante do sentimento de nossas fraquezas. Ele é alguém que caminhou cada centímetro da estrada. Ele vem a você e a mim em nossa tristeza. E ele diz: “Confia em mim. Anda na minha presença”. Capítulo 3 • Aceitação Creio que a aceitação é a chave para a paz nesse assunto do sofrimento. A cruz é a melhor coisa que já aconteceu na história humana, e é também a pior. Aqui, no seu amor, a Escritura nos diz. Não que tenhamos amado a Deus aqui no seu amor, não que nós tenhamos amado a Deus, mas ele nos amou e a si mesmo se entregou, Cristo entregou a sua vida por nós. Quando falamos do amor da forma como a Bíblia fala do amor, não estamos tratando de um sentimento tolo. Não estamos falando