Livro Resumo “Depressão: o que você precisa saber”
Depressão: o que você precisa saber para melhorar de Dr José Hamilton VargasLido no dia 04 de dezembro de 2019 Há mais de 10 anos atuando como médico psiquiatra, sei como os sintomas da depressão podem ser difíceis, causando perdas na vida familiar, social e profissional. Tem sido uma grande oportunidade de aprendizado, poder realizar o diagnóstico e o tratamento da depressão de milhares de pacientes. A decisão de escrever este livro nasceu porque meus pacientes não encontravam uma fonte acessível para estas dúvidas, e muito menos, orientações sobre atitudes para realmente melhorar.
Livro Resumo “Uma vida com propósitos”
RESUMO DO LIVRO “Uma vida com propósitos” Autor: Rick Warren O livro é desenvolvido em quarenta devocionais diárias com diversos temas. Começando pelo mais importante, o autor questiona o propósito de vida de cada ser humano, e baseado em versículos bíblicos, introduz dizendo que a principal razão da nossa existência é a permissão de Deus. Ele afirma que o propósito de vida de uma pessoa é maior que ela mesmo, não limitando se a realização pessoal, aos sonhos e carreira, mas ao propósito de cumprir a vontade de Deus na terra. Tudo começa por Ele e somente nEle é possível descobrir nossa identidade, significado e propósito. A maneira mais prática de descobri-la é perguntando àquele que nos criou por meio da Palavra que Ele deixou.
Livro Resumo “O monge e o executivo”
O monge e o executivo – James C. Hunter Lido em: JUNHO / JULHO 2011 “Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas que você é, você não é.” Margareth Thatcher – Devemos aprender uns com os outros, até porque ninguém tem todas as respostas – Ouvir é uma das habilidades mais importantes do líder.
Livro Resumo “Louco amor”
Trechos do livro “Louco Amor” de Francis Chan LIDO EM ABRIL / 2013 Não há dúvida de que acreditar em Deus é bom e politicamente correto, mas amá-lo de verdade é outra história bem diferente. Sim, fazer doações aos pobres na época do Natal ou ajudar as vítimas de uma tragédia é um belo gesto de generosidade, mas sacrificar o próprio conforto e bem-estar pelos outros pode parecer maluquice diante de um mundo tão seguro e tranquilo. Acho que é muito fácil jogar a culpa sobre a igreja sem reconhecer que todos nós fazemos parte dela e somos, portanto, responsáveis pelo problema. Mas acredito que todo mundo sente — até mesmo quem nunca verbalizou esse sentimento — que a igreja não está indo bem em vários aspectos. Eu me apresentava como cristão, estava bastante envolvido na igreja e tentava me manter afastado de tudo o que os “bons cristãos” evitam: bebidas, drogas, sexo ilícito, blasfêmia. O cristianismo era bem simples: lute contra seus desejos para agradar Deus. Toda vez que eu cometia um erro (o que acontecia com freqüência), saía por aí me sentindo culpado e distante de Deus. Minha visão de Deus era estreita e reduzida. Precisamos parar de inventar desculpas por não acreditar em Deus. Ê provável que você já tenha ouvido esta afirmação: “Eu creio em Deus; só não acredito é nas religiões organizadas”. Acho que as pessoas não diriam isso se a igreja vivesse, de fato, como é chamada a viver. Jesus veio de um modo humilde, como servo, mas não precisa implorar que lhe entreguemos uma parte menor de nosso ser. Ele controla todas as coisas, a começar por aqueles que o seguem. Fazemos parte de uma cultura que confia mais na tecnologia que na comunidade, uma sociedade em que as palavras faladas e escritas são gratuitas, excessivas e pouco valorizadas. Nossa cultura diz que vale tudo; quase não se ouve falar a respeito do temor de Deus. Demoramos muito para ouvir, falamos precipitadamente e logo nos exasperamos. Você sabia que uma lagarta possui 228 músculos separados e distintos na cabeça? Para um inseto, até que é pouco. Um olmo, árvore muito comum na Europa e na América do Norte, tem, em média, 6 milhões de folhas. E, ao bombear sangue para circular por todo o corpo, o coração humano gera pressão suficiente para espirrar sangue a uma distância de até quase dez metros. (Nunca fiz esse teste, e também não o recomendo). Você já parou para pensar em como Deus é criativo e diversificado? Ele não era obrigado a criar centenas de tipos diferentes de bananas, mas criou. Não tinha de colocar 3 mil espécies diferentes de árvores em um espaço equivalente a uma milha quadrada da floresta amazônica, e mesmo assim ele o fez. Deus não precisava criar tantos tipos de risadas. Pense a respeito dos diferentes sons de risadas de seus amigos — alguns deles chiam, outros roncam, riem em silêncio, fazem muito barulho ou produzem ruídos desagradáveis. Sejam quais forem as razões de Deus para tanta diversidade, criatividade e sofisticação no universo, na terra e até mesmo em nosso corpo, o objetivo de tudo isso é a glória do Senhor. A arte divina fala a respeito de Deus, refletindo quem ele é e como ele é. Há uma epidemia de amnésia espiritual rondando por aí, e nenhum de nós está imune a ela. Não importa quantos detalhes fascinantes tenhamos aprendido sobre a criação de Deus; não importa quantas fotografias vejamos das galáxias que ele criou; não importa quantos crepúsculos venhamos a contemplar — nós nos esqueceremos. A maioria de nós sabe que fomos criados para amar e temer a Deus; que devemos ler a nossa Bíblia e orar ao Senhor, pedindo para conhecê-lo melhor; que temos o dever de adorá-lo com nossa vida. Mas pôr essas coisas em prática é um grande desafio. Declarar que Deus é santo equivale a dizer o seguinte: ele está separado, é distinto de nós. Por essa razão, não podemos penetrar na profundidade de quem Deus é, de maneira alguma. Para os judeus, dizer alguma coisa três vezes era uma maneira de demonstrar perfeição. Por isso, quando Deus é chamado “Santo, Santo, Santo”, o objetivo é dizer que ele é perfeito, perfeitamente separado; nada ou ninguém pode ser comparado a ele. E isso que significa ser “santo”. Deus sabe de todas as coisas. Você não se sente intimidado diante desse pensamento? Cada um de nós, em maior ou menor grau, consegue enganar os amigos e a família no que concerne a quem realmente somos. Ele conhece nossos pensamentos antes mesmo que eles cheguem à mente, e nossas ações antes que as pratiquemos, seja o simples ato de deitar, de sentar ou de caminhar por aí. Deus sabe quem somos e quais são as nossas tendências. Por mais que queiramos reivindicar de Deus explicações a respeito de sua pessoa e de sua criação, não temos nenhuma condição de exigir que ele preste contas a nós. Você é capaz de adorar um Deus que não é obrigado a dar explicações a respeito de seus atos? Será que não é arrogância de sua parte pensar que Deus lhe deve satisfações? É preciso muito esforço para compreender o ódio total que Deus sente em relação ao pecado. Inventamos desculpas como: “Sim, sou uma pessoa meio orgulhosa de vez em quando, mas todo mundo tem alguma dificuldade para controlar o orgulho”. No entanto, Deus afirma, em Provérbios 8:13: “Odeio o orgulho e a arrogância…”. Nem eu nem você temos permissão para determinar até que ponto Deus pode ou não detestar o pecado. Ele pode odiar e castigar o pecado tão severamente quanto a justiça divina o exigir. Deus nunca justifica o pecado. E ele é sempre coerente com essa ética. Toda vez que começarmos a questionar esse conceito, tudo o que precisamos fazer é pensar na cruz, onde o Filho de Deus foi torturado, escarnecido e espancado por causa do pecado. O nosso pecado. Não há nenhuma dúvida a respeito