Resumo do livro Fazedores de tendas
Fazedores de Tendas de Patrick Lai Lido em janeiro e fevereiro de 2023 Prefácio à edição brasileira Patrick tem vasta experiência como fazedor de tendas , aprendeu línguas difíceis , contextualizou sua maneira de viver , de servir e de trabalhar para o povo ao qual Deus lhe enviava . Ele entendeu que sua prioridade deveria ser a de buscar a glória de Deus em seu trabalho e relacionamentos , e tem permanecido firme . Além disso , tornou – se em um mentor para pessoas que servem em países mais fechados , e encoraja pessoas de outros países , como o nosso , a embarcar nesta grande aventura : de sair em obediência ao Senhor , confiando nele e tornando – se um com o povo ao qual servimos. Hoje em dia existe um número muito maior de brasileiros com boa formação profissional e missiológica ; há uma geração de líderes mais jovens que está se despertando para os desafios missionários e percebendo novas formas de poder servir ao Senhor . Não significa que será fácil ; as dificuldades continuam existindo para entrar em um país fechado ; até mesmo um bom projeto pode não ser aceito pela liderança político – econômica de um país – alvo , causando frustração e dúvidas No Brasil ainda não foi bem absorvida e aceita em muitas igrejas e várias agências a visão de Negócios como Missões ( BAM em inglês , Business as Mission ) e de fazedores de tendas como formas bíblicas e apropriadas de exercer a missão transcultural em busca dos povos menos alcançados hoje . Prefácio Este livro foi escrito por missionários , fazedores de tendas e cristãos que estão focados no alcance de povos não alcançados . Este livro procura tratar de questões que distinguem fazedores de tendas dos missionários convencionais ( aos quais me refiro como “ missionários tradicionais ” ) em seus ministérios diários , vida familiar e trabalho . Capítulo 1 Saindo da caixa Focou seus esforços e recursos na implementação de novas estratégias para alcançar aqueles que estavam fora do alcance do evangelho. Precisamos sair dos nossos moldes . Organizações missionárias precisam se reinventar . Precisamos tentar novos modelos de envio de trabalhadores . Como John Wesley , precisamos orar e pensar e depois estar preparados para sair da caixa . Nos anos 1970 , o pensamento mudou quando Ralph Winter chamou a atenção dos líderes missionários para a priorização de povos não alcançados . Contudo , surgiu imediatamente uma questão : “ Como missionários poderiam servir nos países que não permitiam visto para missionários ? ” . Igrejas e missões foram informadas de que deviam estudar a situação para desenvolver novas estratégias a fim de perseguir uma escala superior de desempenho . O objetivo dos fazedores de tendas é apresentar Jesus àqueles que nunca tiveram a oportunidade de ouvir a respeito da verdade sobre ele , ou que lhe deram as costas por causa de alguma experiência negativa que tiveram com a “ religião cristã ” . Ser um fazedor de tendas propicia muitas vantagens , todavia a mais importante delas é dar ao perdido uma boa impressão e frequentemente a primeira impressão de quem Jesus realmente é . Fazer tendas é utilizar a estratégia da vida diária para falar às pessoas a respeito de Jesus . Modelos e métodos variam , mas o objetivo é glorificar a Jesus entre os não alcançados . Quer seja em Nova York , Nova Délhi , San José ou Xangai , precisamos viver nossa fé de forma que ela seja compreensível e genuína . Em 1983 , uma nova agência missionária , Frontiers , foi criada com o propósito de facilitar os esforços dos fazedores de tendas em países fechados . O desejo deles de pensar e viver fora da caixa inspirou a criação de muitas missões similares e tem provocado mudanças até mesmo nas mais estabelecidas agências enviadoras . Fazer tendas é um ministério e um negócio fora da caixa . Capítulo 2 Quem sou eu, afinal? A eficácia do trabalho dos fazedores de tendas na Janela 10 / 40 foi pesquisada . Sabemos que , na última década , os fazedores de tendas construíram mais de 200 grupos de novos cristãos e ao menos 157 novas igrejas entre os povos menos alcançados no mundo . Oswald Chambers disse : “ Procurar por oportunidades para servir a Deus é algo sem sentido . Todo tempo e o tempo todo deve ser uma oportunidade de servir a Deus . Deus não espera que trabalhemos para ele , mas com ele ” . É importante compreender que não há divisão entre trabalho e ministério . Trabalho e ministério são uma só coisa . Os fazedores de tendas são missionários . Somos chamados , preparados e enviados por uma igreja , a quem devemos prestar contas , assim como qualquer outro missionário . É importante compreender o que significa ser um fazedor de tendas . Esse termo está relacionado com o trabalho de Paulo , que é frequentemente o modelo bíblico mais mencionado dessa estratégia . O capítulo 18 de Atos nos diz que o apóstolo e seus amigos , Áquila e Priscila , foram fazedores de tendas . Eles faziam tendas enquanto realizavam o trabalho missionário em Corinto . Durante a semana , eles poderiam ser encontrados na praça do mercado central fazendo tendas , negociando e interagindo com pessoas da região . Aos sábados , porém , eles fechavam seu comércio para gastar a maior parte do tempo nas sinagogas ,esforçando se para convencer tanto judeus como gregos de que Jesus era o Cristo . Paulo , Áquila e Priscila eram fazedores de tendas por ser comerciantes , mas missionários pelo chamado que tinham Chamado , identidade , fonte de renda e ter um ministério mensurável são as partes que definem um fazedor de tendas . a Força – tarefa de Fazer Tendas do Congresso de Lausanne II delineou nove considerações que afetam a definição de
Resumo do livro O milagre da manhã
Resumo do livro O milagre da manhã de Hal Elrod
Resumo do livro – O poder secreto do jejum e da oração
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O poder secreto do jejum e da oração de Mahesh Chavda Lido em dezembro de 2022 Quem foi o autor: Mahesh Chavda é o fundador e pastor sênior da All Nations Church em Charlotte, Carolina do Norte. Um evangelista internacional, Mahesh e sua esposa, Bonnie, levaram mais de 700.000 pessoas a Cristo em todo o mundo. Para quem é o livro: publicado nos anos 2.000, para cristãos que desejam desfrutar do poder do Espírito Santo e da intimidade com Jesus Ideia do livro: O jejum era uma prática cristã normal, mas durante a maioria da minha experiência cristã, tem estado ‘fora de moda’. Muitos procuram soluções rápidas e fáceis para seus problemas; por espiritualidade instantânea sem que haja disciplina ou sacrifício. Temos alimentos instantâneos, aprovação de crédito instantânea. Há poucas coisas que nos fazem esperar hoje em dia. E além de qualquer outra coisa que o jejum venha a ser, é também uma forma de espera – e uma espera inconfortável. Então, o jejum vai contra as tendências dos tempos. A oração não tem sido melhor do que o jejum. Embora reconheçamos a importância da oração, temos dificuldade em orar constantemente. A confissão número um que eu tenho ouvido de cristãos que vão à igreja ao longo dos meus 30 anos de ministério, é que as pessoas não conseguem orar regularmente. É mais fácil fazer qualquer outra coisa do que orar. Compartilhamento do autor: Trabalhou em um hospital para crianças com deficiência no Texas, era um ambiente difícil porque as crianças haviam sido abandonadas pelas famílias, elas eram muito vulneráveis e o cheiro das necessidades delas era muito, porque elas não podiam se controlar. Muitas destas crianças eram nascidas de mães viciadas em heroína e outras caíram ali após terem sido brutalmente espancadas e feridas por seus pais, em momentos de raiva ou quando em estado de delírio alcoólico. Geralmente, sentado em uma cadeira de balanço, eu costumava toma-las em meus braços e as embalava, enquanto orava em línguas (minha linguagem de oração em Espírito). Eu tinha certeza de que Jesus as amava e que certamente Ele colocara este sentimento dentro de mim. Era como se Jesus tivesse tirado um pedaço de Seu coração e colocado dentro do meu. Como eu amava aqueles pequeninos! De repente, comecei a perceber que aquelas crianças que supostamente nunca andariam, estavam andando. Uma menina, cujo prontuário médico dizia que ela tinha nascido cega, começou a enxergar e a reagir! Todas as vezes que entrava em seu quarto, embora procurasse não fazer nenhum barulho, ela sempre se virava e olhava para mim estendendo suas mãozinhas. Oh! Que realidade tremenda! O Senhor começara a curar aquelas crianças. Como ele se converteu Eu fui criado em uma devota família hindu e o meu destino já estava traçado de acordo com a reputação das tradições indianas: Por ser filho de um hindu, descendente de alta casta militar, fui versado nos escritos sagrados do hinduísmo e treinado para ser um líder. Meus pais eram indianos, mas na verdade nasci e fui criado no Kênia e, embora tenha perdido meu pai com apenas cinco anos de idade, eu ainda era membro de uma privilegiada classe de guerreiros de casta elevada no mundo hindu. Em um dia quente em 1962, quando a esposa de um missionário batista veio trabalhar com algumas crianças nos arredores de nossa casa. Por razões que somente Deus conhece, essa gentil senhora texana foi guiada a bater na porta de uma devota família hindu para pedir um copo de água. Coincidentemente, eu estava lá. Atendi a porta e, depois de servir-lhe o copo com água, ela me deu em troca uma Bíblia. Comecei a ler a Bíblia porque, claro, estava buscando a verdade. Este livro trouxe-me o conhecimento da figura mais estranha que eu já li. O seu nome era Jesus Cristo. Como alguém que sempre procurou a verdade, fui cativado pelas incríveis palavras deste Homem: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Eu disse para mim mesmo: “É isso mesmo, está certo.” e acabei lendo todo o livro de João. Estive sempre em busca da verdade e, de repente, entendi que Jesus Cristo era, e é, a Verdade. Todavia, apesar daquela maravilhosa revelação, eu não O recebi como meu Senhor e Salvador imediatamente. Se ousasse confessar a Cristo, sabia que seria rejeitado por toda a minha família, incluindo a minha mãe, minhas irmãs e irmãos. Sem dúvida, perderia também toda posição e regalias que possuía no mundo hindu. Mas ele teve um sonho e ao ler a passagem do jovem rico em Mateus que nega Jesus, eu disse “sim ao Senhor Jesus”. Em 1972, jejuava três vezes por semana e depois períodos de 7 e 14 dias consecutivos. Durante o ano de 1973, fui conduzido a jejuar vários períodos de 7 e 14 dias consecutivos sempre dependendo das instruções do Senhor (recomendo consultar um médico antes de entrar em um propósito de jejum, especialmente em caso de gravidez ou estando sob tratamento médico). Fiz diversos jejuns de 40 dias. Meu querido irmão, quando você estiver em guerra espiritual através de oração, louvor, adoração e jejum, posso garantir que o inimigo insurgirá com dificuldades e obstáculos espirituais no seu caminho. Não podemos comunicar nenhuma verdade espiritual, a menos que esta seja uma realidade concreta em nossas vidas. Deus talvez, nunca te pedirá para estar jejuando durante 40 dias (se Ele o fizer, você será capaz de fazê-lo por meio de Sua graça), no entanto um fato é incontestável: como membros da Igreja de Cristo, Deus espera que cada um de nós observe a necessidade da prática do jejum em nosso viver diário. A Palavra nos diz que Jesus estava com fome, mas não nos relata nada se estava com sede. Em outras palavras, Jesus jejuou por 40 dias bebendo somente água. É de
Resumo do livro – Diário de Anne Frank
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text] O diário de Anne Frank (trechos + marcantes na ordem do livro) Lido em setembro de 2022 Anne Frank nasceu em 12 de junho de 1929. Ela morreu aprisionada no campo de concentração Bergen – Belsen, três meses antes de completar 16 anos. Otto H. Frank foi o único membro da família que sobreviveu ao Holocausto. Ele morreu em 1980. Prefácio Anne Frank escreveu um diário entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944. A princípio, guardava-o para si mesma. Até que, certo dia de 1944, Geri Boletei, membro do governo holandês no exílio, declarou em transmissão radiofônica que, depois da guerra, esperava recolher testemunhos oculares do sofrimento do povo holandês sob ocupação alemã e que estes pudessem ser postos à disposição do público. Referiu-se especificamente a cartas e diários. Impressionada com aquele discurso, Anne Frank decidiu que publicaria um livro a partir de seu diário, quando a guerra terminasse. A última anotação no diário de Anne data de 1º de agosto de 1944. Três dias depois, em 4 de agosto, as oito pessoas que se escondiam no Anexo Secreto foram presas. Miep Gies e Bep Voskuijl , as duas secretárias que trabalhavam no prédio, encontraram as folhas do diário de Anne espalhadas pelo chão . Miep Gies guardou-as numa gaveta . Depois da guerra , quando não havia mais dúvidas de que Anne estava morta, ela deu o diário, sem lê-lo, ao pai da menina, Otto Frank. Quando morreu , em 1980 , Otto Frank deixou os manuscritos da filha para o Instituto Estatal Holandês para Documentação de Guerra, em Amsterdã. Como se questionava a autenticidade do diário desde a sua primeira publicação , o Instituto para Documentação de Guerra mandou fazer uma profunda investigação. Assim que foi considerado autêntico , sem qualquer sombra de dúvida, publicou-se o diário na íntegra, juntamente com os resultados de um estudo exaustivo. Diário Ter um diário é uma experiência realmente estranha para uma pessoa como eu. Não somente porque nunca escrevi nada antes , mas também porque acho que mais tarde ninguém se interessará , nem mesmo eu , pelos pensamentos de uma garota de 13 anos. Bom, não faz mal. Tenho vontade de escrever e uma necessidade ainda maior de desabafar tudo o que está preso em meu peito . “ O papel tem mais paciência do que as pessoas . ” Depois de maio de 1940 , os bons momentos foram poucos e muito espaçados : primeiro veio a guerra , depois , a capitulação , em seguida , a chegada dos alemães , e foi então que começaram os sofrimentos dos judeus . Nossa liberdade foi gravemente restringida com uma série de decretos antissemitas : os judeus deveriam usar uma estrela amarela ; os judeus eram proibidos de andar nos bondes ; os judeus eram proibidos de andar de carro , mesmo em seus próprios carros ; A festa de fim de ano letivo , na sexta – feira , no Teatro Israelita , aconteceu conforme o previsto . Meu boletim não estava ruim . Recebi um D , um C – em álgebra , e todo o restante foi B , a não ser dois B + e dois B – . Meus pais ficaram satisfeitos, mas eles não são como os outros pais com relação às notas . Eles nunca se preocupam com boletins , bons ou ruins . Desde que eu esteja saudável , feliz e não discuta demais , eles ficam satisfeitos . Se essas coisas estiverem bem , todo o resto se resolve . Há alguns dias , enquanto dávamos um passeio pela praça perto de casa , papai começou a falar sobre se esconder . Falou que para nós seria difícil viver sem nos relacionarmos com o resto do mundo . – Papai recebeu uma notificação da SS – sussurrou ela . – Mamãe foi ver o Sr . van Daan . ( O Sr . van Daan é amigo e sócio no trabalho . ) Fiquei pasma . Uma notificação : todo mundo sabe o que isso significa . Visões de campos de concentração e celas solitárias passaram por minha mente . Como poderíamos deixar papai ir para um destino assim ? Enquanto ela e eu estávamos sentadas no quarto , Margot falou que a notificação não era para papai , e , sim , para ela . Com esse segundo choque , comecei a chorar . Margot tem 16 anos – parece que eles querem mandar as garotas da idade dela para longe , sozinhas . Mas graças a Deus ela não vai ; mamãe mesma tinha dito , e devia ser isso que papai quis dizer quando falou em irmos nos esconder . Esconder . . . onde nos esconderíamos ? Na cidade ? No campo ? Numa casa ? Numa cabana ? Quando , onde , como . . . ? Eram perguntas que eu não podia fazer , mas que ficaram girando em meu pensamento . Só quando estávamos andando na rua papai e mamãe revelaram , aos poucos , qual era o plano . Ao longo de meses , nós vínhamos tirando o máximo possível de móveis e aparelhos domésticos do apartamento . Havíamos concordado que iríamos para o esconderijo no dia 16 de julho . Por causa da convocação de Margot , o plano tivera de ser antecipado em dez dias , e isso significava que teríamos de nos adaptar a aposentos menos organizados. O Anexo é um lugar ideal para se esconder. Pode ser úmido e torto, mas provavelmente não há esconderijo mais confortável em Amsterdã. Nem em toda a Holanda . Não importa o que façamos, temos muito medo de que os vizinhos possam nos ver ou ouvir. Desde o primeiro dia, começamos imediatamente a
Resumo do livro O sofrimento nunca é em vão
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]O sofrimento nunca é em vão de Elisabeth Elliot Lido em julho de 2022 Capítulo 1 • A Terrível Verdade O sofrimento é um mistério que nenhuma de nós tem, de fato, a capacidade de perscrutar. Algumas situações difíceis têm ocorrido na minha vida, é claro, assim como na sua; e eu não posso lhe dizer: “Sei exatamente aquilo pelo qual você está passando”. Mas posso afirmar: conheço aquele que sabe . E cheguei à conclusão de que foi por meio do sofrimento mais intenso que Deus me ensinou as lições mais profundas. Estou convencida de que há um bom número de coisas nesta vida sobre as quais nada podemos fazer, mas com as quais Deus deseja que façamos algo. “Sofrimento é ter o que você não deseja, ou desejar o que você não tem”. Você consegue imaginar um mundo, por exemplo, no qual ninguém tem nada indesejável — sem dor de dente, sem impostos, sem parentes complicados, sem engarrafamentos? Ou, em contraste, você consegue imaginar um mundo no qual todos têm tudo o que desejam — clima perfeito, esposa perfeita, marido perfeito, saúde perfeita, notas perfeitas, felicidade perfeita? Malcolm Muggeridge disse: “Se, por acaso, você eliminasse o sofrimento, o mundo seria um lugar terrível, pois tudo aquilo que corrige a tendência humana de se sentir importante demais, de se gabar em excesso, desapareceria. O homem já é mau o bastante agora, mas seria absolutamente intolerável se nunca sofresse”. As maiores dádivas da minha vida também acarretaram os maiores sofrimentos. As maiores dádivas da minha vida, por exemplo, têm sido o casamento e a maternidade. Não podemos jamais esquecer que, se quisermos evitar o sofrimento, devemos ter o cuidado de nunca amar nada nem ninguém. As dádivas de amor têm sido dádivas de sofrimento. Essas duas coisas são inseparáveis. Do lado de cá do paraíso, não há satisfação intelectual para a velha pergunta: por quê? Porém, embora eu não tenha encontrado satisfação intelectual, encontrei paz. A resposta que lhe dou não é uma explicação, mas uma pessoa, Jesus Cristo, meu Senhor e meu Deus. Como compartilhei no início deste capítulo, ao perceber que meu marido estava desaparecido (e ao ficar mais cinco dias sem saber que ele estava morto), as palavras que Deus me trouxe naquele momento foram de Isaías 43: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus” (Is 43.2 – 3a). Janet Erskine Stuart disse: “Alegria não é ausência de sofrimento, mas a presença de Deus”. De onde vem essa ideia de um Deus amoroso? Não é uma dedução. Não é o homem desesperado em busca de um deus, a ponto de fabricá-lo em sua mente. É o Verbo, aquele que era antes da fundação do mundo, sofrendo como um cordeiro imolado. E ele guarda na manga cartas das quais eu e você não fazemos a menor ideia agora. Ele nos disse o suficiente para sabermos que o sofrimento nunca é em vão. O sofrimento foi um meio insubstituível pelo qual aprendi uma verdade indispensável. Capítulo 2 • A Mensagem Vejo o sofrimento como uma das maneiras pelas quais Deus atrai nossa atenção. O livro mais antigo da Bíblia é o livro de Jó. De todos os livros da Bíblia, é esse que lida de modo mais específico e direto com o tema do sofrimento. Você deve se lembrar de que Jó foi tido como um homem irrepreensível, um homem justo. O próprio Deus disse que Jó era irrepreensível. Isso é importante porque, segundo a moral popular daqueles dias, pensava – se que um homem bom deveria ser abençoado e um homem mau, castigado . . . Então, a experiência de Jó parecia virar aquela ideia totalmente de cabeça para baixo. Jó perdeu tudo. Seus dez filhos foram mortos numa tempestade de vento. Seu vasto número de animais morreu. Sua casa foi essencialmente destruída. Esse homem, antes estimado, rico em todos os sentidos, ficou sem nada do que poderia significar riqueza e bênção. Contudo, a destruição não cessou aí. Seu corpo físico também sofreu com chagas terríveis e ficou desfigurado de tal maneira que Jó se tornou irreconhecível a alguns de seus amigos mais próximos. Tudo isso se passou sem que Jó soubesse o porquê. E essa é a lição que cada uma de nós recebe em algum ponto de nossa vida. Estou certa de que cada uma de nós, mais cedo ou mais tarde, tem de encarar esta dolorosa pergunta: Por quê? E Deus está dizendo: “Confie em mim”. Se não há respostas às suas orações como você acha que elas deveriam ser, o que acontece com sua fé? O mundo diz: “Deus não ama você”. As Escrituras me dizem algo bem diferente. Aqueles “bem-aventurados” nas Bem – aventuranças. Se aprendermos a conhecer Deus em meio à nossa dor, passaremos a conhecê-lo como aquele que não é um Sumo Sacerdote incapaz de se compadecer diante do sentimento de nossas fraquezas. Ele é alguém que caminhou cada centímetro da estrada. Ele vem a você e a mim em nossa tristeza. E ele diz: “Confia em mim. Anda na minha presença”. Capítulo 3 • Aceitação Creio que a aceitação é a chave para a paz nesse assunto do sofrimento. A cruz é a melhor coisa que já aconteceu na história humana, e é também a pior. Aqui, no seu amor, a Escritura nos diz. Não que tenhamos amado a Deus aqui no seu amor, não que nós tenhamos amado a Deus, mas ele nos amou e a si mesmo se entregou, Cristo entregou a sua vida por nós. Quando falamos do amor da forma como a Bíblia fala do amor, não estamos tratando de um sentimento tolo. Não estamos falando
Resumo do livro “Oração”
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Autor: Timothy Keller Este livro mostrará que a oração é tanto conversa quanto encontro com Deus. Os dois conceitos nos oferecem uma definição de oração e um conjunto de ferramentas para aprofundar nossa vida de oração. As formas tradicionais de oração — adoração, confissão, ações de graças e súplica — são práticas concretas bem como experiências profundas. PRIMEIRA PARTE – DESEJANDO A ORAÇÃO Capítulo UM: A necessidade da oração Flannery O’Connor descobriu que a oração não se resume à exploração solitária da própria subjetividade. Você está em companhia de Alguém e ele é único. Deus é a única pessoa de quem você nada pode esconder. Diante dele, inevitavelmente você se enxergará sob uma nova luz sem igual. A oração, portanto, leva a um autoconhecimento impossível de alcançar de outro modo. Na igreja cristã, tem ocorrido um crescimento semelhante do interesse pela oração. Há um forte movimento em defesa das antigas práticas de meditação e contemplação. Atualmente temos um pequeno império de instituições, organizações, redes e praticantes que ensinam e treinam métodos como a oração de centralização, a oração contemplativa, a oração da “escuta”, a lectio divina e muitas outras das hoje denominadas “disciplinas espirituais”. Misticismo inteligente significa um encontro com Deus que envolve não só os afetos do coração, mas também as convicções da mente. Não somos chamados a escolher uma vida cristã pautada na verdade e na doutrina ou uma vida cheia de experiências e poder espirituais. As duas coisas andam juntas. Eu não estava sendo chamado a deixar para trás minha teologia e me lançar na procura de “algo mais”, de experiências. Ao contrário, eu devia pedir ao Espírito Santo que me ajudasse a viver experiências com a minha teologia. A oração nada mais é que a chave para tudo o que necessitamos fazer e ser na vida. Capítulo DOIS: A grandiosidade da oração Em todos os escritos de Paulo, suas orações pelos amigos não contenham um pedido para transformar as circunstâncias. É certo que viviam em meio a muitos perigos e dificuldades. Enfrentavam perseguição, morte por enfermidade, opressão por forças poderosas e separação de entes queridos. Sua existência era bem menos segura do que a nossa hoje. No entanto, nessas orações não há pedidos por um imperador melhor, por proteção de bandos de saqueadores, nem mesmo por pão para a próxima refeição. Paulo não ora pelos bens que colocaríamos geralmente perto do topo da nossa lista de pedidos. Em 1 Timóteo 2, Paulo orienta seus leitores a orarem por paz, por um bom governo e pelas necessidades do mundo. A principal preocupação de Paulo é com a vida de oração tanto pública quanto privada dos cristãos. O apóstolo acredita que o bem maior é a comunhão com Deus. Uma vida de oração rica, vibrante, consoladora, conquistada a duras penas é o único bem que possibilita receber todos os outros tipos de bens de modo correto e benéfico. O apóstolo não vê a oração como um simples modo de obter coisas de Deus, mas como uma maneira de obter mais do próprio Deus. A maioria das pessoas hoje baseia sua vida interior nas circunstâncias exteriores. Sua paz interior é baseada na avaliação que outros fazem delas e em sua posição social, prosperidade e desempenho. E os cristãos pensam isso tanto quanto todo o mundo. Se priorizarmos a vida exterior, nossa vida interior se tornará obscura e assustadora. Não saberemos o que fazer com a solidão. Sentiremos profundo incômodo em examinar a própria consciência e será cada vez menor nossa capacidade de dar atenção a qualquer tipo de reflexão. E o que é ainda mais sério: nossa vida carecerá de integridade. Por fora, precisaremos projetar uma imagem de confiança, saúde e integridade espirituais e emocionais, enquanto por dentro podemos estar repletos de dúvidas a respeito de nós mesmos, ansiedade, autocomiseração e velhos ressentimentos. Contudo, não saberemos penetrar nos recônditos do coração, ver com clareza o que existe ali dentro e lidar com esses problemas. Resumindo, se não priorizarmos a vida interior, nós nos transformaremos em hipócritas. O teste infalível da integridade espiritual, diz Jesus, é sua vida de oração privada. Priorizar a vida interior não significa levar uma vida individualista. Conhecer melhor o Deus da Bíblia não é coisa que se consiga sozinho. Envolve a comunhão da igreja, a participação na adoração comunitária, a devoção privada, assim como a instrução na Bíblia e a meditação em silêncio. Deixar de orar, portanto, não é simplesmente violar uma regra religiosa; é deixar de tratar Deus como Deus. A oração é tão poderosa que, sempre que lemos a Bíblia, lá está ela. Por quê? Em qualquer lugar que Deus se encontre, lá está a oração. Uma vez que Deus está em toda parte e é infinitamente grande, a oração deve permear toda a nossa vida. Quando seu coração está sintonizado com Deus, sua alegria provoca efeito naqueles à sua volta. Você não é uma pessoa arrogante, fria, ansiosa ou entediada — mas sim abnegada, calorosa, profundamente em paz e atenciosa. Os outros perceberão. Todos “ouvem e temem”. A oração muda as pessoas à nossa volta. A oração é uma jornada. A oração nos ajuda a resistir, a suportar. Ela transforma nossa visão das circunstâncias e nossa atitude diante delas. Não existe absolutamente nada tão grande quanto a oração. SEGUNDA PARTE – COMPREENDENDO A ORAÇÃO Capítulo TRÊS: O que é oração? Para 3 grandes religiões monoteístas, o islamismo, o judaísmo e o cristianismo, a oração significa crer. Os mulçumanos são chamamos a orar 5 vezes ao dia, os judeus têm como tradição orar 3 vezes ao dia. E cada ramo da igreja cristã está impregnado de diversas tradições relativas à oração em público, em particular e pastoral. Existe oração em diversas religiões, mas elas não são iguais. Oração é uma resposta pessoal e comunicativa ao conhecimento de Deus, orar é
Resumo do Livro Deuses Falsos
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid” bg_image_animation=”none”][vc_column_text]Autor: Timothy Keller Introdução: a fábrica de ídolos Qualquer coisa na vida pode servir de ídolo, um deus alternativo, um deus falso. Tocqueville: As alegrias imperfeitas deste mundo jamais satisfarão o coração humano. Talvez não dobremos os joelhos diante da estátua de Afrodite, mas muitas jovens hoje entram em depressão e enfrentam transtornos alimentares por causa de uma preocupação obsessiva com a imagem corporal. Podemos não queimar incenso a Ártemis, mas quando o dinheiro e a carreira profissional são elevados a proporções cósmicas, realizamos uma espécie de sacrifício de crianças, negligenciando a família e a comunidade para alcançar posição mais elevada nos negócios e obter mais riqueza e prestígio. Deus estava dizendo que o coração humano toma coisas boas, como uma carreira profissional bem-sucedida, o amor, os bens materiais e até a família e os converte em coisas essenciais. Nosso coração as endeusa como o centro de nossa vida, porque, conforme pensamos, elas são capazes de nos dar significado e segurança, proteção e realização, se as alcançarmos. Conheci uma mulher que havia experimentado períodos de pobreza na infância. Quando adulta, tornou – se tão ávida por segurança financeira que deixou passar muitos bons relacionamentos em potencial para casar – se com um homem rico que não amava de verdade. Isso levou ao divórcio prematuro e a todas as dificuldades econômicas que tanto temia. Justo aquilo sobre o que essas pessoas edificavam toda sua felicidade se transformou em pó nas mãos delas porque construíram toda sua felicidade com base nessas coisas. Quanto maior o bem, mais provável é que esperemos dele a satisfação das nossas necessidades e esperanças mais profundas. Qualquer coisa serve de deus falso, especialmente as melhores coisas da vida. O que é o ídolo? Qualquer coisa mais importante que Deus para você, que domine seu coração e sua imaginação mais do que Deus. Qualquer coisa que você busque a fim de receber o que só Deus pode dar. Como criar um deus Pode ser um relacionamento romântico, a aprovação dos colegas, competência e habilidade, circunstâncias seguras e confortáveis, sua beleza ou seu cérebro, uma grande causa política ou social, sua moralidade e virtude, ou mesmo o sucesso no ministério cristão. Quando seu sentido na vida é consertar a vida de outra pessoa, podemos chamar isso de “ codependência ”, mas, na verdade, trata-se de idolatria. O único modo de nos libertarmos da influência destrutiva dos deuses falsos é nos voltarmos para o Deus verdadeiro. O Deus vivo, que se revelou tanto no monte Sinai quanto na cruz, é o único Senhor que, quando encontrado, pode de fato satisfazê-lo e, caso você falhe, pode de fato lhe perdoar. Capítulo Um: Tudo o que você sempre quis Nunca imaginamos que concretizar os desejos mais profundos do nosso coração talvez seja a pior coisa que poderia nos acontecer. Falando sobre Abraão. Isaque agora era tudo para Abraão, como o chamado de Deus deixa claro. Seria o teste supremo. Deus não se refere ao menino como “ Isaque”, mas como “ teu filho, teu único filho [ … ] a quem amas”. A paixão de Abraão se convertera em adoração. Antes, o significado de sua vida dependia da palavra de Deus. Agora estava dependendo do amor e do bem-estar de Isaque. O centro da vida de Abraão estava mudando. Deus não estava dizendo que não se pode amar o filho, mas que não se deve transformar um ser amado em falso deus. Se alguém coloca um filho no lugar do Deus verdadeiro, cria um amor idólatra que sufocará a criança e estrangulará o relacionamento. Assim como Abraão, Jesus teve um conflito intenso com o chamado divino. No jardim do Getsêmani, perguntou ao Pai se haveria outra maneira, mas, no fim, subiu obediente o monte Calvário até a cruz. Não temos como saber todas as razões pelas quais nosso Pai está permitindo que coisas ruins nos aconteçam, mas, como Jesus, podemos confiar nele nesses tempos difíceis. Ao olharmos para ele e nos regozijarmos no que fez em nosso favor, teremos a alegria e a esperança necessárias — além de estarmos livres dos deuses falsos — para seguir o chamado de Deus quando os tempos parecerem os mais obscuros e difíceis possíveis. Capítulo Dois: O amor não é tudo de que você precisa O amor romântico é um objeto de enorme poder para o coração e a imaginação humanos, por isso consegue dominar excessivamente nossa vida. Até quem evita por completo o amor romântico, em razão de amargura ou medo, na verdade está sendo controlado por seu poder. Certa vez, conheci um homem que dizia haver se decepcionado tanto com as mulheres que agora só se envolvia em encontros sexuais sem compromisso. Deixaria de ser manipulado pelo amor, vangloriava – se. Em resposta, argumentei que, se ele tinha tanto medo do amor a ponto de não poder tê-lo, significava que era tão escravizado por ele quanto se precisasse tê-lo. Quem não pode tê-lo evitará pessoas que seriam parceiras maravilhosas. Quem precisa tê-lo escolherá parceiros que não são adequados ou são abusivos. Sally, a linda mulher enredada em relacionamentos abusivos, certa vez me disse: “Os homens eram meu álcool. Somente se estivesse nos braços de um deles eu conseguia encarar a vida e me sentir bem.” Outro exemplo é o homem mais velho que abandona a esposa por uma mulher bem mais nova, no esforço desesperado de esconder a realidade de que está envelhecendo. E existe o rapaz que considera uma mulher desejável apenas até levá-la para a cama algumas vezes, perdendo o interesse em seguida. Para ele, as mulheres são só uma mercadoria necessária para o ajudar a se sentir desejável e poderoso. Caso se case como fez Jacó, ao apoiar o peso de todos os seus anseios e esperanças mais profundos em cima da pessoa com quem está se
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Livro Resumo – O jeito Harvard de ser feliz
O jeito HARVARD de ser feliz de Shawn AchorLido em abril de 2020 O que dizem? Se você se empenhar, terá sucesso e só depois poderá ser feliz. Sucesso antes, felicidade depois? Não existe essa condicional! Parte I – A psicologia positiva na prática A nossa interpretação da realidade altera a nossa experiência dessa realidade. Veja, Harvard que é uma faculdade maravilhosa e uma das mais brilhantes do mundo, mas tem muitos jovens infelizes. Um levantamento revelou que 4 de 5 alunos de lá sofrem de depressão pelo menos 1 vez durante o ano letivo e quase metade de todos sofrem de forma que não conseguem fazer suas atividades.